Inscrições abertas para o 1º Leilão e 23ª Exposição Nacional do Cavalo Campeiro

O período das inscrições para a Exposição será de 23 de agosto a 20 de setembro de 2013, na Sede da ABRACCC (Avenida Lions – Parque Pouso do Tropeiro) ou pelo site www.cavalocampeiro.com pelo e-mail contato@cavalocampeiro.com  no valor de R$ 50,00 por animal (mais que quatro animais paga apenas  R$ 200,00)

No ato da inscrição deverá ser apresentado cópia do Registro Definitivo ou Provisório do animal a ser exposto, conforme o caso.

Para a entrada no Parque deverão ser apresentados o GTA e o Exame de Anemia Infecciosa, nos termos exigidos pela CIDASC.

AS INSCRIÇÕES DO LEILÃO ENCERRAM NO DIA 06/09/2013

Inscrições por e-mail devem conter os seguintes itens: 

  • Cópia do Registro definitivo ou provisório, caso ainda não tenha registro especificar que irá para a concentração.
  • Especificar se vai participar do julgamento, prova de marcha, e prova funcional. Se vai a leilão, especificar valor mínimo inicial.
  • Nome do animal, sexo, data de nascimento, N° do registro. Filiação e n° registro dos pais. Criador. Expositor. Fazenda. Cidade.

Programação da 23ª Exposição Nacional do Cavalo Campeiro

Dia 27.9.2013 – Sexta-feira

8 horas: Recebimento dos Animais para a Exposição e para a Concentração.

10 horas: Início da avaliação dos animais para Registro.

12 horas: Almoço.

13:30: Reinício das atividades do Registro.

18:30: Abertura Oficial da 23ª Exposição Nacional do Cavalo Campeiro. Local: Sede ABRACCC.

 

Dia 28.9.2013 – Sábado

9 horas: Início do Julgamento da Raça do Cavalo Campeiro.

12 horas: Almoço.

13:30: Reinício das atividades de Julgamento da Raça.

19:00: Início do 1º Leilão Nacional do Cavalo Campeiro. Local: Pavilhão de Remates.

 

Dia 29.9.2013 – Domingo

9 horas: Início da Prova de Marcha e, após, início da Prova Funcional da Raça “Campeiro”.

16:00: Liberação dos Animais da Exposição.

 

Obs.: O período das inscrições será de 23 de agosto a 20 de setembro de 2013, na Sede da ABRACCC (Avenida Lions – Parque Pouso do Tropeiro) ou no site www.cavalocampeiro.com pelo e-mail contato@cavalocampeiro.com  no valor de R$ 50,00 por animal.

No ato da inscrição deverá ser apresentado o Registro Definitivo ou Provisório do Animal a ser exposto, conforme o caso.

Para a entrada no Parque deverão ser apresentados o GTA e o Exame de Anemia Infecciosa, nos termos exigidos pela CIDASC.   

Agende-se

   XXIII EXPOSIÇÃO NACIONAL DO CAVALO CAMPEIRO,
acontecerá em Curitibanos-SC, no Parque Pouso do Tropeiro, nos dias 27, 28 e 29 de setembro de 2013

*Concentração para registro dos animais

*Julgamento de Morfologia e Marcha

*Prova Funcional do Cavalo Campeiro

Preparem seus animais, e treinem para a prova funcional, o mapa da prova está no site.

 

Cavalo Campeiro no Globo Rural

Campeiro

O feito de uma cavaleira sulista de Santa Catarina, do município de Curitibanos, consegue impressionar. Embora montando um garanhão, que normalmente é mais fogoso que um castrado, Mariana Becker equilibra um copo com leite na copa do chapéu por quantas voltas quiser, tal é a maciez do andamento. O garanhão é um típico representante da raça dos campeiros. O campeiro é o caçula entre os marchadores, pois é a raça reconhecida mais recentemente, em 1985, apesar de ter pelo menos 400 anos de história.

O campeiro surgiu na região das florestas de pinheiro, por isso, ganhou o título de “O Marchador  das Araucárias”. Todo fim de semana, no Planalto Catarinense, o que restou dos pinhais serve de moldura para animadas e confortáveis cavalgadas.

Ivadi de Almeida tem 90 anos e ainda pratica montaria. É filho, neto, bisneto de tropeiros, criador e negociante de cavalos. A descoberta do cavalo campeiro como raça se deu por acaso. Ivadi foi a São Paulo em 1964 com a intenção de trazer um garanhão para fazer melhoramento genético. Em uma exposição de mangalarga, ele acordou para o fato que o plantel de campeiro era único e não era bem o mangalarga como pensava.

Ele conta que a diferença principal é a origem, mais espanhola que portuguesa, e remonta ao ano de 1541. O aventureiro Alvar Nuñes, o Cabeza de Vaca, foi nomeado governador da Província do Prata pelo rei da Espanha. Na viagem, parou em Florianópolis e seguiu por terra atravessando Santa Catarina até Assunção, no Paraguai. Da  tropa que Cabeza de Vaca tinha trazido, alguns animais se desgarraram, outros foram cruzando com éguas fugidas dos primeiros criatórios argentinos e assim formou-se a base da raça que espontaneamente se desenvolveu nas montanhas de araucárias.

Quando Ivadi pediu a vistoria do Ministério da Agricultura, em 1985, os técnicos prontamente reconheceram a raça. Um cavalo robusto, rústico, nem alto nem baixo, estatura média de 1,48 m, e um corpo que se encaixa perfeitamente no padrão internacional do animal de sela: o formato quadrado com proporções bem equilibradas de membros e linha de dorso.

Beatriz de Almeida, presidente da Associação dos Criadores do Cavalo Campeiro, lembra que o marchador das araucárias foi selecionado na lida do campo. É bom de serviço, cerca muito bem o gado e faz com perfeição a corrida para laçada. A raça hoje se expande em fazendas de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

Acesso ao vídeo da reportagem: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2013/01/computador-analisa-marcha-de-cavalo-com-cameras-de-alta-velocidade.html