Resultado 24ª Exposição Nacional do Cavalo Campeiro

Aconteceu nos dias 24, 25, 26, 27 e 28 de setembro a 24ª Exposição Nacional do Cavalo Campeiro, 7ª Concentração e 1ª Manhã de negócios.

Dia 25 durante a concentração para registro foram apresentados 25 animais, que passam por julgamento da marcha e após morfologia, para assim receber o registro da raça.

No dia 26 no julgamento da raça foram premiados os animais:

Grande Campeã
Dama do Carmo – Ivadi Coninck de Almeida – Curitibanos/SC

Foto (350)
premiação vovô

Reservada Grande Campeã
Carta do Carmo – Pablo de Almeida Moraes – Curitibanos/SC

Foto (332)

preniação pablo

Grande Campeão
Cacique da Estrela Guia – Camilla Ceratti de Almeida – Curitibanos/SC

Foto (27)

premiação camilla

Reservado Grande Campeão
Voto do Carmo – Eduardo Cenci – Lages/SC

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Potranca Promessa

Nevasca da Canhada – André Dresch – Curitibanos/SC

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premiação andré

Potro Promessa
Centauro da Bela Vista – Silvano Teixeira – São Francisco de Paula/RS

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premiação silvano

No dia 27 pela manhã na prova de marcha formam premiados:

1º Lugar Fêmea: Carta do Carmo – Pablo de Almeida Moraes – Curitibanos/SC

premiação pablo 2

2º Lugar Fêmea: Dama do Carmo – Ivadi Coninck de Almeida – Curitibanos/SC

premiação vovô 2

3º Lugar Fêmea: Índia do Carmo – Ivadi Coninck de Almeida – Curitibanos/SC

premiação eu e vovô

1º Lugar Macho: Cacique da Estrela Guia – Camilla Ceratti de Almeida – Curitibanos/SC

premiação camilla 2

2º Lugar Macho: Flete da Dois Irmãos I e II – Beatriz de Almeida Moraes – Curitibanos/SC

premiação pablo 2

3º Lugar Macho: Urânio do Carmo – Silvano Teixeira – São Francisco de Paula/RS

premiação silvano 2

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Agradecemos aos jurados Sr.Thiago Rodio e Sr. Marcos Cruz.

Na tarde do dia 27 os criadores se reuniram em uma cavalgada pelos campos de Curitibanos, onde puderam conhecer as belezas do município e estreitar os laços de amizade, no lombo do cavalo campeiro demonstrando sua comodidade, docilidade e resistência – “feito do campo para o campo” !

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A ABRACCC agradece a todos os patrocinadores, à diretoria e CDT da ABRACCC, aos associados e criadores, e todos os amigos da raça que prestigiaram o evento e contribuíram para a realização de mais uma exposição.
Sempre à serviço da preservação e expansão da raça.

1ª Cavalgada da Integração

Nota

cAVALGADA

 

A ABRACCC tem o prazer de convidá-los para a 1ª Cavalgada da Integração, a realizar-se nos dias 02 e 03 de agosto de 2014. Com saída do Parque Pouso do Tropeiro – Curitibanos-SC após o almoço de sábado e retorno no mesmo dia.

As inscrições estão abertas até o dia 31 de julho, na sede da ABRACCC (Parque Pouso do Tropeiro) nas terças e quintas das 13h às 16h. Ou pelo e-mail contato@cavalocampeiro.com. Não serão aceitas inscrições no dia, e nem após dia 31/07.

Valor de R$80,00 por pessoa, incluso almoço e janta no sábado (dia 02), e café da manhã e almoço domingo(dia 03).

A Importância do Exame de Anemia Infecciosa Equina

A anemia infecciosa eqüina (AIE) é uma afecção cosmopolita dos
eqüinos, causada por um RNA vírus do gênero Lentivirus, da família
Retrovírus. O vírus, uma vez instalado no organismo do animal, nele
permanece por toda a vida mesmo quando não manifestar sintomas. É
conhecida também como febre dos pântanos (“swamp fever”), porque nas
áreas pantanosas a população de insetos hematófagos, vetores naturais da
natureza, é muito grande e os animais ficam mais expostos à contaminação. É
uma doença essencialmente crônica, embora possa se apresentar em fases
hiperaguda, aguda e subaguda. A sintomatologia caracteriza-se por episódios
febris, perda de peso, debilidade progressiva, mucosas ictéricas, edemas
subcutâneos e anemia (CARVALHO, 1998).

Sua contaminação segundo Cicco (2007), é feita principalmente por
insetos sugadores (moscas e mosquitos). Já foram também comprovadas as
transmissões congênitas (placentária), pelo leite (aleitamento), pelo sêmen
(acasalamento) e pelo soro-imune. As mucosas nasal e oral, intactas ou
feridas, podem ser portas de entrada do vírus. O uso sem assepsia de material
cirúrgico, por pessoas não-habilitadas, também aumenta a probabilidade da
infestação. O animal, uma vez infectado, torna-se portados permanente.

Seus sintomas podem ser classificado segundo Cicco (2007), de forma
aguda e outra 1Z0-047 crônica. Todavia o vírus pode estar presente no sangue do animal sem produzir qualquer sintoma. A forma aguda é assim caracterizada: febre que chega a 40,6c; respiração rápida; abatimento e cabeça baixa; debilidade nas patas, de modo que o peso do corpo é passado de um pé para outro; deslocamento dos pés posteriores para diante; inapetência e perde de peso. Se o animal não morre em três a cinco dias, a doença pode tornar-se crônica.Na forma crônica observa-se ataque com intervalos variáveis de dias, semanas ou meses. Quando o intervalo é curto, em geral a morte sobrevêm depois de algumas semanas. Com ataques há grande destruição dos glóbulos vermelhos do sangue, o que resulta em anemia (CICCO, 2007). Ainda não é bem conhecido qualquer tratamento eficaz. Aumentar a resistência do animal, desintoxicar o fígado e fortalecer o coração, intensificar o metabolismo. Existem estudos recentes, mas por enquanto o animal que apresentar Teste de Coggins positivo deve ser sacrificado.

FONTE: REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA
ISSN: 1679-7353. Ano VI – Número 10 – Janeiro de 2008 – Periódicos Semestral